segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

O que mais querem tirar????????? Ainda não chega????

Os funcionários "rasteirinhos" da CGD como não ganham muito bem e os reformados ainda melhor...a CGD optou por lhes dar direito a um cartão GALP Frota para ser utilizado e o total gasto ser-lhes-ia retirado automaticamente e mensalmente no dia do pagamento dos seus salários.
Acabava por dar jeito, porque assim só se pagava no final do mês, o que já era uma ajuda. Não se podia considerar uma benesse como os "Bigs" da CGD que recebem senhas de gasolina para serem utilizadas ou depositadas  (como numerário) nas suas contas correntes. Podem inclusivé distribuir entre a familia ou fazerem o que bem entenderem.


Entretanto, como a vida anda a correr bem a todos, muito principalmente aos reformados, aquela gente simpática da CGD decidiu alterar a referida benesse e linchar ainda mais o pessoal. Enviaram uma carta:
Essa carta vinha acompanhada de um novo cartão.
Portanto, a partir de 1 de Janeiro esse cartão entrava em vigor, o desconto seria imediato bem como o pagamento após o desconto, seria efectuado na própria bomba da Galp.
Pelo talão verifica-se que a substituição do cartão foi efectivado antes do dia 31 de Dezembro e o desconto...nem sequer se sabe quanta gasolina será necessário meter-se para obter os descontos. Fica tudo aocritério da GALP. Obrigada CGD por essa atençãozinha dada aos seus funcionários e associados dos Serviços Sociais da CGD. Não basta os pensionistas já estarem a ser ROUBADOS nas suas reformas, não basta o Governo ROUBAREM os contribuintes, não basta os SAMS estarem a ROUBAR as regalias aos seus utentes, não bastam os aumentos previstos na Água, na Luz e no Gás...e intitulam-se SERVIÇOS SOCIAIS DA CGD! Qual é o papel e a finalidade dos Serviços Sociais? Ajudarem ou prejudicarem e dificultarem a vida às pessoas? Não há dúvida que este País está podre! Perderam-se os valores, a moralidade, a decência...TUDO!

domingo, 30 de dezembro de 2012

Corrupção no PS – Escândalos da democracia: O livro que vendeu 30 mil e desapareceu ...


Não foi só o livro. O autor emigrou após as revelações que atingiram Mário Soares.
O livro "Contos proibidos: Memória de um PS desconhecido", de Rui Mateus, revela casos de tráfego de influências dentro do PS.
01 de Setembro de 2009 in “ionline.pt” por Enrique Pinto-Coelho
Fixe bem esta data: 27 de Janeiro de 1996. Era um sábado e o público português assistiu a um fenómeno sem precedentes: um livro, escrito por um autor nacional, vendeu 30 000 exemplares no lançamento. Depois foi retirado do mercado e nunca mais reapareceu.
"Contos proibidos. Memórias de um PS desconhecido" foi a obra "mais atrevida", segundo Nelson de Matos, a pessoa que o publicou na Dom Quixote. Numa entrevista ao "Expresso", em 2004, o editor negou ter sofrido pressões ou ameaças, mas denunciou a existência de "comentários negativos" que lhe causaram "bastantes dificuldades pessoais". "A todos expliquei que o livro existia", disse na altura. "Tinha revelações importantes e procurava ser sério ao ponto de as provar. Desse ponto de vista, achei que merecia ser discutido na sociedade."
Nelson de Matos é também, provavelmente, uma das poucas pessoas que conhece o paradeiro do autor - a hipótese mais repetida é a Suécia, mas ninguém está em condições de confirmar nada. O escritor, tal como acontecera antes com o bestseller instantâneo, desapareceu sem deixar rasto.
Dez anos mais tarde, o jornalista Joaquim Vieira publicou cinco textos sobre o assunto na "Grande Reportagem". Em conversa com o i, recorda que "quando o livro saiu, o Rui Mateus foi entrevistado pelo Miguel Sousa Tavares na SIC, e a primeira pergunta que este lhe fez foi: 'Então, como é que se sente na pele de um traidor?' Toda a entrevista decorreu sob essa ideia."
Mas o que continha o livro afinal? Qual o motivo para as desaparições? Retomando a síntese de Vieira, que o analisou a fundo, Rui Mateus diz que Mário Soares, "após ganhar as primeiras presidenciais, em 1986, fundou com alguns amigos políticos um grupo empresarial destinado a usar fundos financeiros remanescentes da campanha. (...) Que, não podendo presidir ao grupo por questões óbvias, Soares colocou os amigos como testas-de-ferro".
O investigador Bernardo Pires de Lima também leu o livro e conserva um exemplar. "Parece-me evidente que desapareceu de circulação rapidamente por ser um documento incómodo para muita gente, sobretudo altas figuras do PS, metidas numa teia de tráfico de influências complicada que o livro não se recusa a revelar com documentos", observa.
A obra consta de dez capítulos e 47 anexos. Ao todo, 455 páginas que arrancam na infância do autor, percorrem o primeiro quarto de século do PS (desde as origens na clandestinidade da Acção Socialista) e acabam em 1995, perto do final do segundo mandato de Soares. Na introdução, Mateus escreve: "É um livro de memórias em redor do Partido Socialista, duma perspectiva das suas relações internacionais, que eu dirigira durante mais de uma década."
Os últimos três capítulos abordam o caso Emaudio - um escândalo rebentado pelo próprio Mateus e que motivou a escrita de "Contos proibidos" para "repor a verdade". Para Joaquim Vieira e Bernardo Pires de Lima, a credibilidade do livro é de oito sobre dez. "O livro adianta imensos detalhes que reforçam a sua credibilidade e nenhum deles foi alguma vez desmentido", argumenta o jornalista e actual presidente do Observatório da Imprensa.
Vieira lamenta o "impacto político nulo e nenhuns efeitos" das revelações de Mateus. "Em vez de investigar práticas porventura ilícitas de um chefe de Estado, os jornalistas preferiram crucificar o autor pela 'traição' a Soares." Apesar de, na estreia, terem tido todas as coberturas, livro e autor caíram rapidamente no esquecimento. Hoje, a obra pulula na internet em versão PDF.
Rui Mateus - Contos Proibidos
Para descarregar a obra (50 megabytes, aprox), basta clicar aqui.
Ler "Contos Proibidos: Memórias de um PS desconhecido", de Rui Mateus, – fundador e ex-responsável pelas relações internacionais do PS, até 1986 – faz-nos perceber como é diferente a justiça em Portugal e noutros países da Europa.
Escrito em 1996, este livro é um retrato da personalidade de Mário Soares, antes e depois do 25 de Abril. Com laivos de ajuste de contas entre o autor e demais protagonistas socialistas, são abordados, entre outros assuntos, as dinâmicas de apoio internacional ao Partido Socialista e, em particular, a Soares, vindos de países como os EUA, Suécia, Itália, Grã-Bretanha, França, Alemanha, Líbia, Noruega, Áustria ou Espanha.
Soares é descrito como alguém que «tinha uma poderosa rede de influências sobre o aparelho de Estado através da colocação de amigos fiéis em postos-chaves, escolhidos não tanto pela competência mas porque podem permitir a Soares controlar aquilo que ele, efectivamente, nunca descentralizará – o poder» (pp.151-152); «para ele, o Partido Socialista não era um instrumento de transformação do País baseado num ideal generoso, mas sim uma máquina de promoção pessoal» (p.229); e como detendo «duas faces: a do Mário Soares afável, solidário e generoso e a outra, a do arrogante, egocêntrico e autoritário» (p.237).
A teia montada em torno de Soares, com um cunhado como tesoureiro do partido, e as lutas internas fratricidas entre novos/velhos militantes (Zenha, Sampaio, Guterres, Cravinho, Arons de Carvalho, etc.), que constantemente ameaçavam a primazia e o protagonismo a Soares, são descritos com minúcia em /Contos Proibidos/.
Grande parte dos líderes da rede socialista internacional – uma poderosa rede de “entreajuda” europeia que, em boa verdade, só começou a render ao PS depois dos EUA, sobretudo com Carlucci, terem dado o passo decisivo de auxílio a Portugal – foi mais tarde levada à barra dos tribunais e muitos deles condenados, como Bettino Craxi de Itália, envolvidos em escândalos, como Willy Brandt, da Alemanha, ou assassinados como o sueco Olaf Palme.
Seria interessante todos lermos este livro. Relê-lo já será difícil, a não ser que alguém possua esta raridade.
O livro foi rapidamente retirado de mercado após a curta celeuma que causou (há quem diga que “alguém” comprou toda a edição) e de Rui Mateus pouco ou nada se sabe.

quarta-feira, 19 de dezembro de 2012

Bode expiatório


A fúria que muitos sentem relativamente à chanceler alemã Angela Merkel é compreensível. Mas não foi Angela Merkel a responsável pelo estado a que chegámos, pela crise em que nos mergulharam, pelo enorme endividamento das famílias ou pelos esquemas de corrupção que exauriram as contas públicas.
Por:
Paulo Morais, Professor universitário

Foi Cavaco Silva, e não Merkel, que enquanto primeiro-ministro permitiu o desbaratar de fundos europeus em obras faraónicas e inúteis, desde piscinas e pavilhões desportivos sem utentes, ao desnecessário Centro Cultural de Belém. Foi o seu ministro Ferreira do Amaral que hipotecou o estado no negócio da Ponte Vasco da Gama.

Foi António Guterres, e não Merkel, que decidiu esbanjar centenas de milhões de euros na construção de dez estádios de futebol. Foi também no seu tempo que se construiu o Parque das Nações, o negócio imobiliário mais ruinoso para o estado em toda a história de Portugal.

Foi mais tarde, já com Durão Barroso e o seu ministro da defesa Paulo Portas, que ocorreu o caso de corrupção na compra de submarinos a uma empresa alemã. E enquanto no país de Merkel os corruptores estão presos, por cá nada acontece.

Os mandatos de José Sócrates Concederam-se privilégios sem fim à EDP e aos seus parceiros das energias renováveis; celebraram-se os mais ruinosos contratos de parceria público-privada, com todos os lucros garantidos aos concessionários, correndo o estado todos os riscos. O seu ministro Teixeira dos Santos nacionalizou e assumiu todos os prejuízos do BPN.

Finalmente, chegou Passos Coelho, que prometeu não aumentar impostos nem tocar nos subsídios, mas quando assumiu o poder, fez exactamente o contrário. Também não é Merkel a culpada dessa incoerência, nem tão pouco é responsável pelos disparates de Vítor Gaspar, que não pára de subir taxas de imposto. A colecta diminui, a dívida pública cresce, a economia soçobra.

A raiva face aos dirigentes políticos deve ser dirigida a outros que não à chanceler alemã. Aliás, os que fazem de Angela Merkel o bode expiatório dos nossos problemas estão implicitamente a amnistiar os verdadeiros culpados.


In Correio da Manhã, 13/11/2012

Convém relembrar... é que neste País há um grave problema de "perda de memória".
Afinal, quem é que os pôs lá? Então vão-se queixar ao…

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

Orçamento da Assembleia da República - Ano 2013


Pág.6626 Diário da República, 1.ª série N.º 222 16 de novembro de 2012

SEM CORTES NAS DESPESAS

 01. DESPESAS COM PESSOAL 42.174.204,00
01.01 Remunerações certas e permanentes 31.531.365,00
01.01.01 Titulares de órgãos de soberania: Deputados 9.803.094,00
01.01.01a Vencimentos ordinários de Deputados 9.048.644,00
01.01.01b Vencimentos Extraordinários de Deputados 754.450,00
01.01.03 Pessoal dos SAR e GAB- Vencimentos e Suplementos 11.116.950,00
01.01.05 Pessoal além dos Quadros - GP´s 6.127.139,00
01.01.05a Pessoal além dos Quadros - GP´s: Vencimentos 5.563.180,00
01.01.05b Pessoal além dos Quadros - GP´s: Sub.Férias e Natal 518.959,00
01.01.05c Pessoal além dos Quadros - GP´s:
Doença e Maternidade/Paternidade 21.500,00
01.01.05d Pessoal além dos Quadros - GP´s: Pessoal aguardando aposentação 23.500,00
01.01.06 Pessoal contratado a termo 186.000,00
01.01.07 Pessoal em regime de tarefa ou avença 243.200,00
01.01.08 Pessoal aguardando aposentação (SAR) 76.300,00
01.01.09 Pessoal em qualquer outra situação 978.540,00
01.01.11 Representação (certa e permanente) 1.216.479,00
01.01.12 Subsídios, Suplementos e Prémios (certos e permanentes) 33.000,00
01.01.13 Subsídio de refeição 683.393,00
01.01.13a Subsídio de refeição (Pessoal dos SAR) 453.393,00
01.01.13b Subsídio de refeição (Pessoal dos GP´s) 3; 9 230.000,00
01.01.14 Subsídios de férias e de Natal (SAR) 1.017.270,00
01.01.15 Remunerações por doença e maternidade/paternidade (SAR) 50.000,00
01.02 Abonos Variáveis e Eventuais 4.195.074,00
01.02.02 Trabalhos em dias de descanso, feriados e horas extraordin. 470.000,00
01.02.02a Trabalhos em dias de descanso e feriados (SAR) 130.000,00
01.02.02b Horas extraordinárias (GP´s) 3; 340.000,00
01.02.03 Alimentação, alojamento e Transporte 155.000,00
01.02.03a Alimentação 87.000,00
01.02.03b Alojamento 33.000,00
01.02.03c Transportes 35.000,00
01.02.04 Ajudas de custo 3.060.412,00
01.02.04a Ajudas de custo: Funcionários SAR e GAB 143.234,00
01.02.04b Ajudas de custo: Outras 10.650,00
01.02.04c Ajudas de custo: Deputados 2.906.528,00
01.02.05 Abono para falhas 5.000,00
01.02.08 Subsídios e abonos de fixação, residência e alojamento 23.500,00
01.02.12 Subsídios de Reintegração e Indemnizações por cessação 418.342,00
01.02.12a Subsídio de reintegração (Deputados) 395.342,00
01.02.12b Indemnizações por cessação de funções 3.000,00
01.02.13 Outros suplementos e prémios 38.500,00
01.02.14 Outros abonos em numerário ou espécie 24.320,00
01.03 Segurança Social 6.447.765,00
01.03.01 Encargos com Saúde 486.650,00
01.03.01a Encargos com a saúde (SAR) 326.150,00
01.03.01b Encargos com a saúde (GP´s) 40.500,00
01.03.01c Encargos com a saúde (Deputados) 120.000,00
DESPESAS CORRENTES
01.03.02 Outros Encargos com Saúde 1.000,00
01.03.02a Outros encargos com a saúde (SAR) 1.000,00
01.03.03 Subsídio Familiar a crianças e jovens 35.575,00
01.03.03a Subsídio familiar a crianças e a joven s (SAR) 28.830,00
01.03.03b Subsídio familiar a crianças e a jovens (GP´s) 5.225,00
01.03.03c Subsídio familiar a crianças e a jovens (Deputados) 1.520,00
02.02.01a Encargos das instalações: Água 80.000,00
02.02.01b Encargos das instalações: Electricidade 638.000,00
02.02.01c Encargos das instalações: Gás (fornecimento) 65.000,00
02.02.02 Limpeza e higiene 780.000,00
02.02.03 Conservação de bens 658.010,00
02.02.04 Locação de edifícios 72.015,00
01.03.04 Outras prestações familiares e complementares 307.325,00
01.03.04a Outras prestações familiares e complementares (SAR) 211.100,00
01.03.04b Outras prestações familiares e complementares (GP´s) 81.500,00
01.03.04c Outras prestações familiares e complementares (Deputados) 14.725,00
01.03.05 Contribuições para a Segurança Social 2.790.890,00
01.03.05a Contribuições para a segurança social (SAR) 379.120,00
01.03.05b Contribuições para a segurança social (GP´s) 1.116.000,00
01.03.05c Contribuições para a segurança social (Deputados) 1.295.770,00
01.03.06 Acidentes em serviço e doenças profissionais 219.530,00
01.03.06a Acidentes em serviço e doenças profissionais (SAR) 219.000,00
01.03.06b Acidentes em serviço e doenças profissionais (GP´s) 530,00
01.03.09 Seguros 58.450,00
01.03.09a Seguros (SAR) 500,00
01.03.09c Seguros (Deputados) 57.950,00
01.03.10 Outras despesas de segurança social - CGA 2.548.345,00
01.03.10a Outras despesas de segurança social - CGA (SAR) 1.719.745,00
01.03.10b Outras despesas de segurança social - CGA (GP´s) 200.000,00
01.03.10c Outras despesas de segurança social - CGA (Deputados) 628.600,00
02. Aquisição de Bens e Serviços 16.324.860,00
02.01 Aquisição de Bens 1.501.292,00
02.01.02 Combustíveis e lubrificantes 115.290,00
02.01.04 Limpeza e higiene 65.000,00
02.01.07 Vestuário e artigos pessoais 80.000,00
02.01.08 Material de Escritório 249.570,00
02.01.08a Material de escritório 63.030,00
02.01.08b Consumo de papel 51.540,00
02.01.08c Consumíveis de informática 135.000,00
02.01.09 Produtos químicos e farmacêuticos 9.000,00
02.01.11 Material de consumo clínico 4.000,00
02.01.13 Material de consumo hoteleiro 15.000,00
02.01.14 Outro material - peças 3.000,00
02.01.15 Prémios, condecorações e ofertas 81.710,00
02.01.16 Mercadorias para venda 293.250,00
02.01.17 Ferramentas e utensílios 2.000,00
02.01.18 Livros e documentação e outras fontes de informação 262.454,00
02.01.18a Livros e documentação 60.950,00
02.01.18b Outras fontes de informação 201.504,00
02.01.19 Artigos honoríficos e de decoração 36.618,00
02.01.21 Outros Bens e Consumíveis 284.400,00
02.01.21a Consumíveis de gravação audiovisual 36.000,00
02.01.21b Outros bens 248.400,00

02.02 Aquisição de Serviços 14.823.568,00
02.02.01 Encargos das instalações 783.000,00
02.02.05 Locação de material de informática 1.000,00
02.02.06 Locação de material de transporte 228.000,00
02.02.08 Locação de outros bens 719.300,00
02.02.09 Comunicações 804.800,00
02.02.09a Comunicações - Acessos Internet 96.200,00
02.02.09b Comunicações fixas - Dados 30.000,00
02.02.09c Comunicações fixas -Voz 415.500,00
02.02.09d Comunicações Móveis 205.100,00
02.02.09e Comunicações - Outros serviços
(Consult./outsouc./etc) 12.000,00
02.02.09f Comunicações - Outros (CTT/Correspondência) 46.000,00
02.02.10 Transportes 3.588.892,00
02.02.10a Transportes: Deputados 3.317.379,00
02.02.10b Transportes: Outras situações 271.513,00
02.02.11 Representação dos serviços 178.160,00
02.02.12 Seguros 42.670,00
02.02.13 Deslocações e Estadas 1.401.996,00
02.02.13a Deslocações - viagens 850.364,00
02.02.13b Deslocações - Estadas 551.632,00
02.02.14 Estudos, pareceres, projectos e consultadoria 406.400,00
02.02.15 Formação 157.450,00
02.02.16 Seminários, Exposições e similares 92.398,00
02.02.17 Publicidade 69.267,00
02.02.18 Vigilância e segurança 180.000,00
02.02.19 Assistência técnica 2.287.198,00
02.02.20 Outros Trabalhos Especializados 2.329.786,00
02.02.20a Outros trabalhos especializados Diários da Assembleia da República 35.055,00
02.02.20b Serviços de restaurante, refeitório e cafetaria 849.149,00
02.02.20c Outros trabalhos especializados 1.445.582,00
02.02.21 Utilização de infra-estruturas de transportes 10.000,00
02.02.22 Serviços Médicos 28.200,00
02.02.25 Outros serviços 5.026,00
03. Juros e Outros Encargos 9.000,00
03.06 Outros Encargos Financeiros 9.000,00
03.06.01 Outros Encargos Financeiros 9.000,00
04. Transferências Correntes 46.450,00
04.01 Entidades não Financeiras 39.450,00
04.01.02 Entidades Privadas 39.450,00
04.01.02a Grupo Desportivo Parlamentar 14.450,00
04.01.02b Associação dos Ex-Deputados 25.000,00
04.09 Transferências Correntes - Resto do Mundo 7.000,00
04.09.03 Países terceiros - Cooperação Interparlamentar 7.000,00
05. Subvenções 880.081,00
05.07 Subvenções a Instituições sem fins lucrativos 880.081,00
05.07.01 Subvenções aos Grupos Parlamentares 880.081,00
05.07.01a Subvenção para encargos de assessoria aos deputados 679.136,00
05.07.01b Subvenção para os encargos com comunicações 200.945,00
06. Outras Despesas Correntes 3.307.248,00
06.01 Dotação provisional 3.000.000,00
06.01.01 Dotação provisional 3.000.000,00
06.02 Diversas 307.248,00
06.02.01 Impostos e taxas 100.000,00
06.02.03 Outras 207.248,00
06.02.03a Quotizações 193.848,00
06.02.03b Outras Despesas correntes não especificadas 13.400,00
DESPESAS DE CAPITAL 3.874.390,00
07. Aquisição de Bens de Capital 3.354.390,00
07.01 Investimentos 2.194.390,00
07.01.03 Edifícios 440.000,00
07.01.06 Material de transporte 49.000,00
07.01.07 Equipamento de Informática 357.250,00
07.01.07a Material de informática: HW de comunicação 192.250,00
07.01.07b Material de informática: Outro HW 165.000,00
07.01.08 Software de Informática 449.450,00
07.01.08b Software informático: Outro SW 449.450,00
07.01.09 Equipamento Administrativo 140.000,00
07.01.09a Equipamento administrativo de comunicação 5.000,00
07.01.09b Outro equipamento administrativo 135.000,00
07.01.12 Artigos e objectos de valor 5.000,00
07.01.15 Outros Investimentos 753.690,00
07.01.15a Equipamento Audiovisual 753.690,00
07.03 Bens de Domínio Público 1.160.000,00
07.03.02 Edifícios 1.160.000,00
08. Transferências de Capital 20.000,00
08.09 Resto do Mundo 20.000,00
08.09.03 Países terceiros e Og. Int. - Cooperação Interparlamentar 20.000,00
11. Outras Despesas de Capital 500.000,00
11.01 Dotação provisional 500.000,00
11.01.01 Dotação provisional 85 500.000,00
TOTAL DA DESPESA PARA FUNCIONAMENTO 66.616.233,00
Vejam agora alguns dos valores a título de Subvenções Estatais :
05.07.01 Subvenções Políticas 63.315.219,00
05.07.01c Subvenções aos Partidos e Forças Políticas representados 14.510.941,00
05.07.01d Subvenções aos Partidos e Forças Políticas NÃO representados 342.518,00
05.07.01e Subvenção estatal p/campanhas eleitorais - FORÇAS POLÍTICAS 48.461.760,00
Em contraponto, para um órgão que DEFENDE os interesses do cidadão comum - Provedoria de Justiça ?
vejam as correspondentes subvenções:
04.03.05.52.02 PROV. JUST. - Transferências OE-correntes 4.831.731,00
08.03.06.52.02 PROV. JUST. - Transferências OE-capital 63.100,00

Total para a Provedoria 4.894.831,00
Como tudo isto é CARICATO !!!!
Aqui tendes, finalmente, QUANTO VOS VAI CUSTAR, no ano 2013, ESTA CASINHA
TOTAL DA DESPESA ORÇAMENTAL 140.219.365,00.

140.219.365,00
É quantocustar em nos vai 2013 a casinha da rua de São Bento onde se hospedam os Filhos da P?átria.

Para tal e para se manter estas situações e outras é que se aumentam brutalmente os impostos se corta nas pensões e vencimentos, saúde e educação e justiça.

Subsídios de férias e de natal destes parasitas!!!!(vejam o ponto 01.01,14 a amarelo) mais de 1 milhão. Agora venham dizer que os sacrifícios são iguais e para todos!!!!!

 Devem outra vez justificar que são de 2011, como recentemente fizeram com os assessores de vários gabinetes!

Estranho como o BE, PCP, PS, UGT e CGPT não falam nisto. Todos comem na mesma manjedoura e claro assumem-se, por certo, fora da classe de trabalhadores que eles defendem.

TRABALHO é para os que pagam a crise....





quarta-feira, 17 de outubro de 2012

MEUS QUERIDOS AMIGOS SOCIALISTAS


MEUS QUERIDOS AMIGOS SOCIALISTAS.

Depois de ouvir o vosso líder parlamentar, numa extraordinária quão breve dissertação sobre os Renault Clio, venho pedir-vos que não gozem comigo, por ter comprado um, às prestações de 290 € por mês e usado.
Não ando de Mercedes, BMW ou Audi, porque, como professor Catedrático do 4º escalão da Universidade de Coimbra, ( e Membro das Academias Nacionais da Histór
ia, das Belas Artes, da Marinha, da Real Academia de Bellas Artes de San Ferando de Espanha e de mais meia dúzia delas, decano da área de Património das Universidades Portuguesas, Comendador da Ordem do Infante D. Henrique, Medalha de Mérito-Classe Ouro de Belas Artes, Medalha de Ouro da Cidade de Coimbra, e com cerca de 200 livros e artigos publicados, 12 com prémios, como o Prémio Gulbenkian ), não tenho dinheiro para mais. Percebi, ontem, que é vergonhoso andar de Clio, em Portugal, que isso nos apouca.
Só que isso nos diminui aos olhos de quem, na vida, nunca fez nada e nunca trabalhou no duro, e passou a juventude na intriga e a comer, beber e viajar à conta dos partidos políticos, a esperar pacientemente nas Jotas, para chegar a adulto e, de preferência, como o Zorrinho, para entrar para uma loja maçónica e na Assembleia ou num gabinete ministerial. Eu cá, loja, só a mercearia do meu Avô, na Rua do Corvo.
Afinal já percebo porque é que as minhas netas, às vezes, não querem vir ao meu colo: não é por birra, é que têm vergonha por eu ter um Renault Clio.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

JORGE SAMPAIO, CONDE DE GUIMARÃES


Senhas do Dr. Jorge Sampaio
– Fundação Cidade de Guimarães


E VIVA PORTUGAL!!!!!!!!!

CONTRA FACTOS...
Repassem, p.f., ao maior nº de pessoas possível!
É imperioso e urgente que o nº máximo possível de Portugueses tomem conhecimento destas vergonhas!!!
Verdadeiro crime social!!! (entre muitos outros).


Folha salarial da Fundação Cidade de Guimarães

Folha salarial (da responsabilidade da Câmara Municipal) dos administradores e de outros figurões, da Fundação Cidade de Guimarães, criada para a Capital da Cultura 2012:
- Jorge Sampaio - Presidente do Conselho de Administração:
14.300 € (2 860 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 500 € por reunião
- Carla Morais - Administradora Executiva
12.500 € (2 500 contos) mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- João B. Serra - Administrador Executivo
12.500 € mensais + Carro + Telemóvel + 300 € por reunião
- Manuel Alves Monteiro - Vogal Executivo
2.000 € mensais + 300 € por reunião
Todos os 15 componentes do Conselho Geral, de entre os quais se destacam Jorge Sampaio, Adriano Moreira, Diogo Freitas do Amaral e Eduardo Lourenço, recebem 300 € por reunião, à excepção do Presidente (Jorge Sampaio) que recebe 500 €.
Em resumo: 1,3 milhões de Euros por ano (dinheiro injectado pelo Estado Português) em salários.
Como a Fundação vai manter-se em funções até finais de 2015, as despesas com pessoal deverão ser de quase 8 milhões de Euros!!!
Reparem bem: Administradores ganhando mais do que o PR e o PM!
Esta obscenidade acontece numa região, como a do Vale do Ave, onde o desemprego ronda os 15 % !!!

Alguém acredita em leis anti-corrupção feita por corruptos?
Será que a Sra Merkel sabe disto? Ou será que ela também tem esquemas iguais?...
O Dr Jorge Sampaio e outros com a idade dele, não estariam melhor a jogar golfe ou sentados a ver as imagens da selva no National Geografic?
E o Governo a pagar €300,00 mensais a enfermeiros contratados por 7 horas diárias para os Centros de Saúde!...

A impureza Partidária è transversal à Sociedade Politica Portuguesa.

Paulo Campos, um XUXA VERME !!


Ganha três mil por mês e pais ajudam ...que FDP ...Filhos Da Politica.. Campos vive numa moradia milionária na Costa da Guia, com um valor aproximado de 1,4 milhões de euros


Paulo Campos, este verme asqueroso, um dos maiores responsáveis pelas renegociações das PPP que fizeram aumentar brutalmente os encargos do Estado !!!!
A sua entrevista na TV foi um exercício penoso de se ouvir. Deveria deixar a moradia na Costa da Guia e passar-se para uma cela em Vale dos Judeus !

Ganha três mil por mês e pais ajudam

Paulo Campos garante que precisa de ajuda dos pais para pagar as suas despesas mensais; mas como deputado do Partido Socialista ganha 3605 euros por mês, aproximadamente 57 500 euros anuais.
Além do salário, o ex-governante conta ainda com 23,05 euros diários de ajudas de custo - ou seja, no mínimo 600 euros todos os meses -, a que tem direito como parlamentar, uma vez que vive em Cascais.
Campos vive numa moradia milionária na Costa da Guia, com um valor aproximado de 1,4 milhões de euros. Apesar disso, em entrevista à SIC Notícias, o deputado socialista, de 47 anos, afirmou na quarta-feira que vive com a ajuda financeira dos pais.
Ao CM, Paulo Campos recusou-se a responder a qualquer pergunta sobre os seus rendimentos. A moradia em Cascais, onde vive, terá sido comprada antes de ser secretário de Estado das Obras Públicas nos governos de José Sócrates, quando ainda era administrador de empresas.
O deputado do PS, envolvido no escândalo das Parcerias Público-Privadas, foi presidente do conselho de administração da Aquapor Serviços, SA, e do Grupo Águas de Portugal, entre 1997 e 2002. Manteve-se na área das águas até ser nomeado secretário de Estado das Obras Públicas em 2005.
Ainda que tenha afirmado à SIC Notícias não dispor neste momento de outros rendimentos que não sejam os que recebe da política - e, por isso, precise da ajuda de seus pais -, a declaração que entregou ao Tribunal Constitucional em 2010, a que o CM teve acesso, dava conta de valores acima dos 80 mil euros, com 19 mil euros na sua conta à ordem e mais 6500 euros numa conta poupança.
FILHO "ATLETA" ESTÁ A ESTUDAR NA CALIFÓRNIA
Filho do militante histórico do PS, António Campos, o deputado Paulo Campos referiu na entrevista de quarta-feira à SIC Notícias que o seu próprio filho apenas estuda numa universidade no estrangeiro por ser um "atleta" - e, por isso, ter direito a uma bolsa especial. Das suas declarações, depreendeu-se que, apesar da bolsa, o facto de um dos filhos estar numa universidade na Califórnia é uma das suas fontes de despesa.
Questionado sobre os seus rendimentos pelo jornalista da SIC, José Gomes Ferreira, Paulo Campos afirmou: "Tenho 47 anos e neste momento sou apoiado pelos meus pais". E explicou a razão: "Para dar uma boa educação aos meus filhos, tenho de o fazer."

A Agencia da Caixa Geral de Depósitos encerrou na Ilha da Madeira

A Agencia da Caixa Geral de Depósitos encerrou na Ilha da Madeira (acabou ali com o Paraíso Fiscal)

Mas abriu uma dependência nas Ilhas Caimão ...não é só o PINGO DOCE que foge...


Faria de Oliveira ganha mais na CGD do que Christine Lagarde no FMI !

Em média os trabalhadores portugueses ganham menos de 50% em relação aos dos restantes 27 países da EU.
Isto ajuda a explicar a grave crise económica, financeira e social que Portugal está a viver.
Para que conste, e para que os futuros Faria de Oliveira e outros possam ser respeitados, repasso o presente e-mail esperando com o mesmo contribuir para a moralização da política em Portugal.
Retirado do site da CGD, referente a 2009 (ainda não divulgaram os valores de 2010):

Presidente - remuneração base: 371.000,00 €
Prémio de gestão: 155.184,00 €
Gastos de utilização de telefone: 1.652,47 €
Renda de viatura: 26.555,23 €
Combustível: 2.803,02 €
Subsídio de refeições: 2.714,10 €
Subsídio de deslocação diário: 104,00 €
Despesas de representação: não quantificado (cartão de crédito onde "apenas" são consideradas despesas decorrentes da actividade devidamente documentadas com facturas e comprovativos de movimento)

Christine Lagarde receberá do FMI mais 10% do que Dominique Strauss-Kahn, mas mesmo assim menos do que o presidente da Caixa Geral de Depósitos, entre outros gestores portugueses, pelo que a senhora ainda está mal paga pelo padrão de Portugal.
Palavras para quê?
Isto só se resolverá quando a Troika, obrigada a justificar como é que o dinheiro dos contribuintes dos países da EU se gasta na ajuda a Portugal, for obrigada a tomar posição.
É imperioso reduzir a despesa do Estado abrangendo também os Institutos e empresas do Estado e municipais (provavelmente a ultrapassar o milhar).
Não esquecer que na maioria são empresas que duplicam funções do Estado ou do poder local (autarquias) e todas elas com gestores com vencimentos e regalias muito superiores ao vencimento dos Deputados e do Presidente da República (PR), até Outubro de 2005 com direito a reforma antecipada, podendo acumular com outros vencimentos ou reformas. Até o PR Cavaco Silva tem pelo menos mais duas reformas que acumula com o seu vencimento.
Se José Sócrates não tivesse tido o desplante de acabar com as reformas antecipadas dos políticos e dos gestores públicos em Outubro de 2005, os processos do Freeport, do diploma de Engenheiro e outros nunca teriam tido o eco que tiveram.


É preciso que se saiba que:
"... os portugueses comuns (os que têm trabalho) ganham cerca de metade (55%) do que se ganha na zona euro, mas os nossos gestores recebem, em média:

· mais 32% do que os americanos;
· mais 22,5% do que os franceses;
· mais 55 % do que os finlandeses;
· mais 56,5% do que os suecos"

(Manuel António Pina, Jornal de Notícias, 24/10/09)

E têm a lata de chamar a nossa atenção afirmando que "os portugueses devem trabalhar mais e gastam acima das suas possibilidades."
Com um abraço de cidadão preocupado com o futuro de Portugal, incluindo sobretudo os jovens, desempregados e os empregados pobres (vencimentos na média dos 500 €).

Não divulgar é cumplicidade!